Dia dos Solteiros - 15 de Agosto

Da listagem de datas comemorativas que me propus a escrever, certamente esta é muito interessante... estaria ela fazendo alusão a muitos leitores deste Blog? Ao autor, definitivamente sim! É o Dia dos Solteiros, celebrado em 15 de agosto. No caso de 2026, próximo sábado (que dia para se pensar em solteirice, não???).

A razão pela qual a data é comemorada em agosto não é muito formal, mas é dito que o site AliExpress tenha disseminado em 2019, uma propaganda afirmando ser esta a data como "dos solteiros". Outras pessoas afirmam que foi um movimento de várias marcas alimentícias e de varejo para ganhar engajamento e clientes.


No cinema, um filme já bem antigo mostra um lado cômico deste "estado civil", envolvendo 3 marmanjos. Sim, é o famoso "Três Solteirões e Um Bebê", protagonizado pelo inesquecível "Magnum", ou melhor o ator Tom Selleck, o também inesquecível policial "Mahoney" de "Loucademia de Polícia", e Ted Danson. 


Mas além da vertente engraçada, o filme nos dá lições bastantes valiosas a respeito de amor incondicional, pois os 3 protagonistas, antes ávidos por uma companhia feminina, curtindo seu ar de liberdade, veem-se face a face com o inesperado: a partir de um toque de campainha, recebem uma surpresa e daí em diante constatam que a "mulher de suas vidas" é uma linda pequenina. Um presente "de grego" a princípio, mas uma mudança de paradigma (para muito melhor!!) por outro...


Pois é... guardadas as devidas proporções, eu também costumo utilizar o bom humor para encarar a solteirice. E até mesmo posso dizer que sou apaixonado por uma "gata", mas literalmente falando. Há quase 2 anos, este pequeno ser adentrou a minha vida, sendo que a princípio fiquei um tanto quanto arredio com esta nova moradora de minha casa, mas com o passar do tempo, cuidar dela, tal como os 3 destemidos rapazes o fizeram, acabou gerando muito mais felicidade do que noites de sono mal dormidas ou trapalhadas... 


Eu acho que ela realmente é muito "gata" e vocês? Esta é minha gatinha, chamada "Marble". O nome é derivado da rocha metamórfica de cor cinza claro, presente em partes da pelagem dela... 

Risadas à parte, devo esclarecer que meu amor por ela é na realidade fraternal, como uma irmã mais nova. Mas há diversas atividades humanas que as felinas não demandam: não há lições de casa a revisar, uniformes para trocar e lavar, verificação de boletim escolar, etc... Por outro lado, trocar a caixa de areia, repor a ração, ir ao veterinário, tomar vacinas, passaram a ser parte da rotina...

Mas também ser o receptor das manifestações de carinho características da pequenina, presente por aqui desde novembro de 2024, é muito reconfortante e divertido. As lambidas incessantes nas mãos, as cabeçadas nas pernas, mordidas e miados (especialmente quando trago o petisco favorito dela, o "Dreamies"), valem cada segundo e poderiam se estender até a eternidade. 



Então, guardadas as devidas proporções, acabei traçando o paralelo entre o filme e a minha situação, para retratar o sentido como a não presença de um relacionamento amoroso pode derivar para contextos outrora inesperados e inimagináveis dentro do pensamento de vida de cada grupo. Se, para os "solteirões" do filme, a ideia era a liberdade e a farra sem limites, o desafio da nova bebê (Mary), conseguiu desmontá-los e colocá-los de pernas pro ar. No meu caso, ameniza alguns momentos de solidão e até mesmo permite o cultivo de uma nostalgia saudável, de outros tempos de vida nos quais era muito mais plausível conviver com o mais simples e puro.

E você? Como encara a solteirice? Participe! Comente!

Até a próxima postagem, pessoal!





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