Dia das Crianças - 12 de Outubro
Escrevo este artigo mas não estou pra brincadeiras, caros leitores...
Estou BRINCANDO, claro!!! Não sou muito bom em piadas, tanto assim que nunca me candidatei (ao menos voluntariamente) a ser um apresentador em "stand-up comedy", mas espero que compreendam esta tentativa de ser bem-humorado. Afinal, o tema do texto de hoje me deixa muito feliz, o dia das crianças, 12 de outubro.
Falando sério agora, a data comemorativa foi decretada pelo Presidente Artur Bernardes, por meio do Decreto nº 4.867, no ano de 1924 e objetivava-se à época incentivar cuidados com saúde e educação infantil. Mas somente em 1955 o dia comemorativo passou a ter mais visibilidade, por conta de uma ação conjunta da Johnson & Johnson e Brinquedos Estrela. Ambas promoveram na ocasião uma campanha de marketing intitulada "Semana do Bebê Robusto".
Enquanto a Estrela anunciou uma boneca à venda chamada "Bebê Robusto", a Johnson & Johnson promoveu a ação com um concurso de beleza infantil chamado "Bebê Johnson", onde pais enviavam fotos de bebês de seis meses a dois anos para avaliação.
No Brasil, segundo o Censo 2022 do IBGE, as crianças de até 14 anos somam 40,1 milhões de pessoas, o que representa 19,8% da população total do país. A base da pirâmide a propósito, é composta das pessoas de 0 a 14 anos.
A ONU aprovou, em 20 de novembro de 1959, a Declaração Universal dos Direitos da Criança que descreve 12 pontos importantes de proteção às crianças, como igualdade, proteção ao desenvolvimento físico, educação, amor e compreensão por parte dos pais e sociedade, proteção e socorro. Mais à frente, em 12 de outubro de 1990, entrou em vigor o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
No Brasil, temos ainda uma variação percentual de cerca de 8% na Região Sul, até quase 30% no Nordeste, de crianças entre 0 a 14 anos que vivem em lares com rendimento de até um quarto de salário mínimo per capita.
Em contrapartida, o acesso à educação para as crianças é praticamente universalizado. Na pré-escola (0 a 4 anos), temos cobertura de 93,4% de matrículas, ao passo que no Ensino Fundamental (6 a 14 anos), 99,5% das crianças estão matriculadas.
Em muitos lares os pets são considerados as crianças da casa. Muitas delas realmente optam por não ter crianças, tanto assim que o Brasil possui cerca de 60 milhões de cães e gatos contra aproximadamente 40 milhões de crianças de até 14 anos.
Mas quando o convívio é mútuo (em especial no caso de crianças com o TEA (Transtorno do Espectro Autista)), por exemplo, o benefício é visível. Impacta positivamente a saúde emocional e as habilidades sociais destas crianças. No âmbito geral, reduz o estresse, promove a harmonia, diminui o medo, a tristeza e promove coragem.
Falar com pediatras e adestradores é importante, não apenas para avaliar a efetividade da aproximação das crianças com os cães, promovendo apoio emocional, estímulo e segurança, mas também para avaliar critérios como a raça adequada. Como exemplo, podemos citar:
• Golden Retriever: Muito dócil, paciente e amigável, sendo frequentemente utilizado em terapias assistidas.
• Labrador Retriever: Brincalhão, leal e extremamente sociável com os pequenos.
• Border Collie: Inteligente e empático, mas exige bastante estímulo e espaço para gastar energia.
• Poodle: afetuoso, inteligente e de fácil adaptação à rotina da casa.
No meu caso, minha "filha" é a Marble, gata vira-lata que está prestes a completar 2 anos de idade. De fato, a partir da chegada dela em casa, muita coisa mudou, positivamente falando...
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