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Caso Ronaldinho Gaúcho - Breve Comentário

Olá, pessoal. Não poderia deixar de comentar a respeito deste caso, que mostra o quanto os valores humanos encontram-se invertidos... "Se houvesse mais vínculo, mais sentimento e um pouco menos de cifras, esta "novela", fomentada por um marketing sem precedentes e protagonizada por Flamengo, Milan e cia, seria facilmente resolvida: o Ronaldo "ex"-gaúcho, simplesmente pegaria os microfones e falaria o seguinte: "jogarei no Grêmio, por conta da minha saída conturbada e por gratidão ao clube que me projetou, independentemente de diferença de salário em relação a outras propostas". Simples, não? A novela não seria resolvida na calada da noite, com idas e vindas, desencontros e falta de lisura. Mas, analogamente ao nosso Congresso Nacional, que aos 45 minutos do segundo tempo (que coincidência futebolística), aprovou um aumento de salários muito maior do que a reposição da inflação, também, em termos que não temos direito de saber, foi aprovado o pacotão R...

Programa de Índio?

Olá, pessoal. Admito que para este blog eu tenho dedicado pouco tempo, por conta de atualmente estar desempregado. Então, como tenho necessidade de reforçar meu portfólio, tenho dedicado mais meu tempo e estudos ao Verso Uno Design. De qualquer forma, sendo esta a última decepção do ano (o desemprego), como diz o chavão, "passa um filme em nossa cabeça" e outras vêm à tona e nos fazem associar determinadas referências a fatos atuais. Ontem, como constantemente faço (e não procuro alardear), fui doar sangue no HC, sendo relembrado desta "obrigação" pela minha mãe. Não encaro como obrigação, porque eu creio que solidariedade e senso de civismo nada mais são do que atitudes espontâneas, que nascem no coração de cada um de nós. Tampouco fico alardeando a quatro ventos que sou doador, que faço isso x vezes por ano, mas eu quis descrever esta situação cotidiana para relacionar com uma expressão popular: o chamado "programa de índio". Certa vez, imbuído da expect...

O Perdão Começa Por Nós

A crônica abaixo faz parte de uma reflexão pessoal sobre a vida. Espero que aproveitem. "A gente tem uma tendência de pensar o perdão em relação ao ofensor, mas é incrível pensar no poder transformador de uma leitura, no sentido de modificar alguns paradigmas. O principal, dentro do artigo da Revista Seleções, fala que não precisamos esconder ou "varrer para debaixo do tapete" quaisquer ofensas que outrora recebemos. Como o próprio texto afirma, um de nossos principais erros consiste em ter o desgosto com o passado se alimentando de grandes porções do presente. Muito perspicaz foi a metáfora do avião, onde é feita uma comparação entre os rancores e problemas não solucionados e as aeronaves que voam sem parar, sem ter a capacidade de encontrar um porto seguro, um aeroporto de destino. Talvez, como eu particularmente goste de estabelecer metáforas entre fatos, possa criar a seguinte: a separação do joio em relação ao trigo em uma plantação. Se semearmos continuamente um in...

Cuidado nas Palavras...

Oi, pessoal. Bem, eu já tinha, na realidade, um artigo pronto a respeito do assunto que falarei agora, mas, por ironia do destino, vindo para a faculdade, vi que não o tinha salvo no pendrive. Então, vou postar o que criarei agora e espero que tenha o mesmo sentido, apesar do sono que venho sentindo. Eu escreverei a respeito do poder (benéfico ou maléfico) das palavras, por conta da postagem que a estudante de Direito Mayara Petruso enviou há alguns dias no Twitter e também no Facebook, tecendo comentários preconceituosos sobre os habitantes do Nordeste do Brasil. Aparte conotações políticas, sobre vitória eleitoral de um ou outro candidato, o que ficou marcante no caso dela, foi a forma explícita que proferiu seu preconceito a respeito do povo nordestino. Com isso, no texto que esqueci, iria traçar um paralelo entre as palavras infelizes e o livro bíblico de Provérbios, o qual considero um dos mais práticos para o nosso dia-a-dia, pois os versículos curtos e totalmente didáticos, ...

Acreditar... Com Critério (E Principalmente em Você)

Olá, pessoal. Espero que todos estejam muito bem neste feriado, um tanto quanto nublado aqui em São Paulo, mas, ao menos um tanto quanto tranqüilo, já que boa parte de nossa frota foi dispersada, destinando-se a outras paragens (leia-se litoral sul). Li o artigo abaixo, já antecipando as absurdas mensagens de fim de ano dos mais diferentes esotéricos, videntes e analistas cósmicos, os quais, fomentados pela grande mídia, terão vez nos programas vistos pela grande massa de audiência. http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=572FDS004 Achei muito perspicaz, aparte a convicção do Sr. Daniel Sottomaior (isto não é o mérito central), o "lugar comum" que, para muita gente, é imperceptível, dentro das previsões absurdas, proferidas a respeito do ano vindouro. Infelizmente, por uma mistura indelével de esperança com pouca exploração de pesquisa, acabamos vendo que grande parcela da população mimetiza, através de rituais e crenças, gestos para conseguirem estar mais pr...

Liberdade (Ainda Que Tardia) - Espero Que a Mantenhamos

Boa tarde, pessoal. Bom, motivado por um sentimento fervoroso, por uma gana incrível de estudar e pesquisar (talvez isso fruto de uma visita ao Centro Cultural Vergueiro, ontem), lá fui eu imergir em diversas pesquisas, ligadas à estruturas de governo, hierarquia de poder, conspiração, etc. Dentre elas, revi alguns "flashes" do filme-documentário "Fahrenheit 11 de Setembro", onde busca explicar-se que, diferentemente do lugar-comum esperado, não pode-se atribuir completamente à Osama Bin-Laden ou ao Iraque, os atentados de 11 de Setembro, nas torres do WTC (World Trade Center), Pentágono e Shankville (Pensilvânia). Mas sim a interesses econômicos e de manutenção de poder. Pois bem, há diversas evidências que infelizmente levam-nos a suscitar a dúvida: será que realmente os atentados foram arquitetados pela família Bush e outros membros da estrutura de poder americana? Parece bizarro pensar, mas existem boas razões para que boa parte da opinião pública peça reabert...

No Meio do Caminho... Muitas Pedras

Pessoal, boa noite. Elaborei esta crônica a partir do drama dos mineradores chilenos, que passaram quase 70 dias nos subterrâneos do planeta. Espero que todos gostem e até a próxima postagem. "Poderia repetir-se, parafraseando (ou metaforizando), um grande clima de aridez de 37 anos atrás, onde as famosas e trágicas “Caravanas da Morte”, organizadas pelo regime ditatorial de Augusto Pinochet, assassinaram 16 homens nas cercanias da área da mina San José. Dentre eles, alguns mineiros. Mas a aridez, desta feita, ficou restringida ao cenário, na região do deserto do Atacama. Porém tivemos, em Copiapó, a oportunidade de acompanhar ao vivo, uma espécie de renascimento de 33 homens quase condenados à morte, enclausurados em um subterrâneo do Planeta Terra. Superar 70 dias de privação de liberdade, a níveis altíssimos de umidade do ar e temperaturas sufocantes, sendo que nos 17 primeiros dias tivemos desconhecimento do fato, representou uma proeza e superação quase sem precedentes na hi...